terça-feira, 6 de junho de 2017

À conversa com... Rodrigo Guedes de Carvalho

No próximo dia 30 de Junho, sexta feira, às 21.30 horas, na Sala Couto Viana da Biblioteca Municipal de Viana do Castelo, vamos estar à conversa com o escritor Rodrigo Guedes de Carvalho a propósito do seu mais recente livro intitulado O Pianista de Hotel.


O Autor

Rodrigo Guedes de Carvalho nasceu em 1963, no Porto. Recebeu o Prémio Especial do Júri do Festival Internacional FIGRA, em França, com uma Grande Reportagem sobre urgências hospitalares (1997). Estreou-se na ficção com o romance Daqui a nada (1992) vencedor do Prémio Jovens Talentos da ONU.  Seguiram-se-lhe A Casa Quieta (2005), Mulher em Branco (2006) e Canário (2007). Elogiado pela crítica, foi considerado uma das vozes mais importantes da nova literatura portuguesa.  É ainda autor dos argumentos cinematográficos de Coisa Ruim (2006) e Entre os Dedos (2009), e da peça de teatro Os pés no arame (estreada em 2002, com nova encenação em 2016).
Regressa ao romance com O Pianista de Hotel (2017).



A Obra

O Pianista de Hotel transporta-nos numa melodia.  É uma entrada para um mundo regido pela linguagem da música, pela sua força e beleza, presentes no ritmo de cada frase, de cada parágrafo rigorosamente medido.
Livro em camadas, nele se cruzam diversos planos, diversas histórias perpassadas pelo poder redentor da música que entra e rasga, a solidão, a dor e o vazio das pessoas que habitam nestas páginas. Com um vasto subtexto, a densidade das personagens está carregada de mistérios que nos prendem a sucessivas interrogações. Há um pouco de nós em todas elas. Há muito de nós neste mergulho ao mais fundo da alma humana. É um romance que se lê e ouve, que mantém todos os sentidos alerta. Uma pauta musical, com andamentos diversos, que acabam por se cruzar numa vertigem imprevisível de autêntico thriller psicológico.
E, depois, há o pianista…

quinta-feira, 1 de junho de 2017

segunda-feira, 8 de maio de 2017

À conversa com..ONÉSIMO TEOTÓNIO DE ALMEIDA

No próximo dia 26 de Maio, sexta feira, às 21.30 horas, na Sala Couto Viana da Biblioteca Municipal de Viana do Castelo, vamos estar à conversa com o escritor Onésimo Teotónio de Almeida a propósito do seu mais recente livro intitulado A obsessão da portugalidade.




A OBRA

Enquanto meio mundo se consome na busca de uma identidade - deficitária, perdida, indefinida -, Portugal tem demasiada identidade, e cuida-a com excessivos desvelos sentimentais e saudosistas. Uma manifestação superficial disso será, por exemplo, a paroxística paixão recente pelo fado e seus novos intérpretes, que brotam do chão a cada hora que passa. Onésimo vai mais fundo e, no tom (certo) que lhe é próprio, com a clareza que a distância lhe permite, e a sua mistura habitual de humor e erudição, analisa e disseca os nossos meandros identitários.

O AUTOR

Estudou no Seminário de Angra do Heroísmo, bacharelou-se na Universidade Católica de Lisboa. Desde 1972 nos Estados Unidos, fez mestrado e doutoramento em Filosofia na Brown University, onde é catedrático no Departamento de Estudos Portugueses e Brasileiros (foi seu director durante doze anos), no Wayland Collegium for Liberal Learning Renaissance and Early Modern Studies da mesma universidade, leccionando cursos interdisciplinares sobre valores e história cultural e das ideias.
Além de vários livros de ensaios, tem centenas de artigos dispersos que ultimamente tem reunido em volumes temáticos: De Marx a Darwin – a desconfiança das ideologias (2009, Prémio Seeds of Science 2010 para Ciências Sociais e Humanidades), O Peso do Hífen- Ensaios sobre a experiência luso-americana (2010) e Pessoa, Portugal e o Futuro (2014). Publicou ainda Utopias em Dói Menor – Conversas transatlânticas com Onésimo, conduzidas por João Maurício Brás (Gradiva, 2012).
No género de crónica e conto, as suas mais recentes colectâneas são Quando os Bobos Uivam (Clube do Autor, 2013), Aventuras de um Nabogador – Estórias em Sanduíche (Bertrand, 2007) e Livro-me do Desassossego (Temas e Debates, 2006). Onésimo. Português Sem Filtro (Clube do Autor, 2011) é uma antologia de cinco livros esgotados.
Colaborador permanente do Jornal de Letras, é membro da Academia Internacional de Cultura Portuguesa e da Academia da Marinha e Doutor Honoris Causa pela Universidade de Aveiro.

Conversa com José Viale Moutinho

No passado dia 5 de Maio de 2017, a conversa com o escritor José Viale Moutinho foi assim:




segunda-feira, 24 de abril de 2017

À conversa com... José Viale Moutinho

No próximo dia 5 de Maio, sexta feira, às 21.30 horas, na Sala Couto Viana da Biblioteca Municipal de Viana do Castelo, vamos estar à conversa com o escritor José Viale Moutinho a propósito do seu mais recente livro intitulado Quatro manhãs de nevoeiro

 O AUTOR

Nasceu no Funchal. Das suas obras, as mais recentes: de ficção Velhos Deuses Empalhados, Águas Negras e A Batalha de Covões; de poesia Anjos Cobertos de Pó; de teatro A Noite de Ravensbruck e Representações Domésticas; e de investigação Camilo Castelo Branco: Memórias Fotobiográficas, Um Jantar de Escritores,À Lareira: Literatura Popular Portuguesa,O Livro Português das Fábulas, Portugal Lendário. Literatura de Cordel e Primeira Linha de Fogo. Também escreveu numerosos livros para jovens e crianças ,nomeadamente: Os Meus Misteriosos Pais, Fernando Pessoa , As Visitas do Pai, Pedro Pescador, Chamo-me Kafka. Chamo-me Amadeo, etc. JVM recebeu recentemente a Medalha de Honra da Sociedade Portuguesa de Autores. Anteriormente: o Grande Prémio do Conto Camilo Castelo Branco, Prémio Rosalía de Castro, do Pen Clube da Galiza, Menção Honrosa do Prémio Grémio Literário, Premio de Periodismo EI Adelanto, Prémio de Reportagem Norberto Lopes e, entre outros, o Pedrón de Honra (Fundación Pedrón de Ouro, Santiago de Compostela) e os Prémios Edmundo Bettencourt em poesia e ficção. Quatro Manhãs de Nevoeiro é a quarta novela do autor. 

 Excertos da crítica:

Livro após livro, nunca sabemos o que esperar da ficção de JVM. Os enredos engenhosos, o português sofisticado. a erudiçãoo faceta. a intencionalidade política e o tom satírico ou lúbrico são elementos constantes. Mas cada volume é uma novidade, uma surpresa. (Pedro Mexia) 

Águas Negras, com a presença orientadora do narrador de bastidores, com as emoções e juízos do autor implícito, entidade intermediária, é um livro que revela ao leitor, num inovador arabesco modo de romancear (através do conto), uma curiosa necessidade de incomodar. (José Emílio-Nelson) 

Eis um livro de contos que impressiona, agarra, muitas vezes diverte , e é bem escrito: Águas Negras do veterano José Viale Moutinho, inestancável. Para mim, é do melhor que o Zé Viale já nos deu. (Maria Alzira Seixo)

segunda-feira, 6 de março de 2017

Conversa com José Pacheco Pereira

No passado dia 3 de Março a conversa com José Pacheco Pereira sobre Bibliotecas, Arquivos e a colecção Ephemera foi assim: